
Zema diz que fim da 6x1 é medida populista e fala em privatizar estatais
Em sabatina, candidato à Presidência Zema (Novo) disse que é contra o fim da escala 6x1 e propõe que trabalhadores sejam pagos por hora

O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) classificou, durante sabatina em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (3/9), o fim da escala 6×1, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal na quarta (2/9), como “medida populista do governo”.
“É uma medida populista no ano eleitoral. Sei que o brasileiro trabalha muito e quer ganhar mais, mas não é uma canetada lá em Brasília que vai melhorar sua vida. Se melhorasse, estaríamos hoje no primeiro mundo com toda certeza. Então é um governo que está se aproveitando de um momento eleitoral para enganar o povo”, disse o candidato.

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Ver todasZema acrescentou ainda que sua proposta de governo defende “escala de trabalho por hora“, em que o trabalhador define seu horário de trabalho. “Quem quer trabalhar 20 horas trabalha. Agora, nós temos um governo aqui que quer decidir lá de Brasília quanto tempo o brasileiro quer trabalhar”, destacou.
O candidato do Novo também destacou que, caso eleito presidente, quer privatizar empresas estatais que, em sua visão, foram as que se envolveram nos maiores escândalos de corrupção recentes. “Quero privatizar empresas. Vamos pegar o caso da Petrobras, que foi a empresa que esteve envolvida no Petrolão.”
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP“Da mesma maneira o BRB. Quem é que se envolveu no escândalo do Banco Master? Somente estatal. Não teve nenhum banco ou fundo de pensão privado envolvido no caso. E está aí um motivo para privatizar”, destacou o candidato do Novo.
Ainda em São Paulo, Romeu Zema segue nesta quinta-feira para agenda de encontro com mulheres no bairro de luxo Jardins, na zona oeste paulista, e finaliza o dia sendo entrevistado em sabatina de um veículo de comunicação.



