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São Paulo

Vigia é encontrado morto em galpão de subprefeitura de São Paulo

Vigia encontrado morto em galpão da Prefeitura de São Paulo tinha marcas de violência no pescoço. Caso é investigado pela Polícia Civil

Marcus Pontes08/06/2026 07:58, atualizado 08/06/2026 09:57
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Divulgação.
Foto colorida de vigilante encontrado morto em galpão da subprefeitura da Mooca, zona leste de São Paulo.

Um vigilante de 61 anos (foto em destaque) foi encontrado morto com sinais de violência, na noite do último domingo (7/6), em galpão de mercadorias apreendidas da Prefeitura de São Paulo. O espaço é administrado pela Subprefeitura da Mooca, na zona leste da capital paulista. A motivação do crime é investigada.

O galpão em que o vigilante trabalhava fica na Rua Jaibaras, altura do número 299. Lodoil Marques da Silva foi encontrado por um colega, com marcas de esganadura.

Segundo a Polícia Militar, a testemunha acreditava que o vigilante estava cochilando em uma cozinha do galpão. Contudo, o corpo da vítima foi encontrado no chão e com um boné tampando o rosto.

O local em que o corpo estava tinha marcas indicando que o vigilante foi arrastado por alguns metros e abandonado naquele ponto. O crachá da vítima estava quebrado e sua prótese dentária foi achada distante do corpo.

Último contato

Além do colega de trabalho, superiores do vigilante estiveram no local. Em depoimento à Polícia Civil, as testemunhas contaram que o último contato com a vítima havia sido por volta das 16h. O corpo do vigilante foi encontrado por volta das 21h20.

A Polícia Civil analisa se existe relação entre o galpão — que funciona como ponto de encontro de fiscalização de mercadorias apreendidas pela Subprefeitura da Mooca — com o motivo do crime. Câmeras do local vão ser verificadas pela polícia.

O celular da vítima não foi encontrado. O caso é investigado como homicídio.

Em nota, a Subprefeitura da Mooca lamentou o crime e pontuou que Lodoil era um funcionário terceirizado. O órgão destacou estar prestando “todo o apoio necessário às autoridades competentes, disponibilizando imagens, informações e acesso às dependências do local para auxiliar na apuração dos fatos”.

A subprefeitura reforçou que o crime foi nas dependências do galpão de armazenamento de produtos apreendidos, e que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), chegou a atender à ocorrência, contudo, “a vítima teve o óbito confirmado no local”, finalizou o texto.

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