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São Paulo

"Tubarão", suspeito de financiar tráfico com agiotagem, é preso com pistola

Homem de 30 anos, conhecido como “Tubarão”, era investigado pela Polícia Civil. Cadernos e celulares foram apreendidos

06/10/2026 20:25
Polícia Civil/Divulgação
“Tubarão”, suspeito de financiar tráfico com agiotagem, é preso com pistola

Um homem, de 30 anos, investigado por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e de financiar a atividade criminosa por meio de agiotagem foi preso em flagrante nesta terça-feira (6/10), em Americana, no interior de São Paulo.

Conhecido como “Tubarão”, o suspeito foi encontrado com uma pistola Taurus G3 calibre 9 mm com a numeração suprimida, segundo a Polícia Civil. A prisão ocorreu durante uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) do município.

Batizada de Operação Tubarão, a ação começou por volta das 6h e teve como objetivo cumprir dois mandados de busca e apreensão em endereços relacionados ao investigado. De acordo com a Polícia Civil, a investigação teve início após uma denúncia anônima.

Um dos mandados foi cumprido no apartamento do investigado, no Condomínio Residencial Vila Carioba. No local, os policiais encontraram a pistola com a numeração suprimida e carregada com seis munições intactas. Também foram apreendidos dois celulares e um caderno com anotações financeiras.

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No segundo endereço, na Rua Orozimbo Machado, os agentes localizaram outro carregador compatível com a pistola, duas munições intactas e mais um caderno com registros financeiros. Ao todo, foram apreendidos a pistola, dois carregadores, oito munições, dois celulares e dois cadernos.

O homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e levado para a sede da Dise de Americana.

Os celulares e os registros financeiros serão analisados pela Polícia Civil. A investigação prossegue para apurar se o suspeito atuava no financiamento e na estruturação do tráfico de drogas e para identificar eventuais outros envolvidos.

Após os procedimentos policiais, o homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Sumaré, onde ficou à disposição da Justiça para audiência de custódia.