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São Paulo

TJSP pede prisão de pecuarista por morte de companheira 38 anos mais nova

Priscila Custódio, de 24 anos, foi morta durante uma discussão na última terça (27/10); o pecuarista João Roberto Bolelli continua foragido

29/10/2026 11:54, atualizado 29/10/2026 12:54
Reprodução/Redes Sociais
A empresária Priscila Custódio, de 24 anos, que teria sido morta pelo pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos

São Paulo — A Justiça de São Paulo (TJSP) pediu a prisão preventiva do pecuarista que matou a ex-companheira 38 anos mais nova que ele na Rodovia Cândido Portinari (SP-334), em Rifaina, no interior de São Paulo, na última terça-feira (27/10).

João Roberto Bolelli, de 62 anos, é suspeito de feminicídio por disparar contra a companheira e empresária Priscila Custódio, de 24 anos. Os dois mantinham um relacionamento há quatro meses. Bolelli segue foragido.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), durante as investigações, os policiais localizaram e apreenderam a caminhonete utilizada por ele na fuga.

Priscila teria ido até Rifaina para devolver uma caminhonete do pecuarista que estava com ela. Ela foi baleada durante uma discussão por causa de um aparelho celular.  Ela estava acompanhada do irmão, que também foi ameaçado e fugiu do local para pedir socorro. A jovem chegou a ser encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

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Segundo a polícia, havia relatos de ameaças, agressões anteriores e comportamento controlador envolvendo o pecuarista.

A investigação continua em andamento para o esclarecimento dos fatos e a devida responsabilização criminal. O caso foi registrado pela Polícia Civil como feminicídio no plantão da Delegacia Seccional de Franca.

Priscila foi velada e sepultada no município de Perdizes, em Minas Gerais, na última quarta-feira (28/10).