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São Paulo

Dois suspeitos de matar PM na Marginal Tietê são mortos em ação policial

Suspeitos baleados foram identificados pelo Deic como responsáveis por caso de latrocínio de PM na Marginal Tietê, em agosto deste ano

02/10/2026 08:00, atualizado 02/10/2026 10:21
Reprodução.
Foto colorida de policial morto após assalto, na Ponte do Aricanduva, na Marginal Tietê.

Dois suspeitos de terem matado o cabo da Polícia Militar, Paulo Roberto Lima Pereira (foto em destaque), durante um latrocínio (roubo seguido de morte), em agosto, na Marginal Tietê, próximo à Ponte Aricanduva, foram mortos nesta sexta-feira (2/10) após supostamente trocarem tiros com policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O tiroteio foi no Campo Limpo, zona sul da capital paulista.

O caso aconteceu na Rua Ceresópolis, altura do número 6. Investigadores do Deic foram cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra os alvos. A investigação obteve informações de que ambos foragidos estavam escondidos na comunidade Vila Regina.

Segundo a polícia, a dupla resistiu à prisão, dando início a um tiroteio. Ambos foram baleados. O resgate foi acionado, mas os suspeitos morreram.

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Os mortos foram identificados como Cauã Muniz Carvalho Feitosa e Milton Guimarães Souza, o bebê.

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Relembre morte de PM

  • O PM Pereira parou, na noite do dia 28/8, em um trecho de acostamento da Marginal Tietê, sentido a Rodovia Ayrton Senna, para verificar o pneu do veículo.
  • Três ladrões, então, anunciaram o assalto. Em seguida, o policial teria sido alvo de disparos de arma de fogo.
  • Pereira foi encaminhado ao pronto-socorro do Tatuapé, zona leste da capital paulista, mas não resistiu e morreu.
  • Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) relatou que Paulo foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”, enquanto os outros dois passaram a agredi-lo.
  • O PM fazia parte da Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep), localizado na região do Alto Tietê.
  • A Polícia Civil investiga a atuação da “gangue da pedra” no crime – o grupo faz emboscadas colocando objetos no meio de pistas de alta velocidade para forçar motoristas a pararem os veículos.
  • Pereira foi sepultado em Poá, na Grande São Paulo, e deixou três filhos, com idades entre 13 e 24 anos.
Dois suspeitos de matar PM na Marginal Tietê são mortos em ação policial