Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
São Paulo

Sargento da PM acusado de matar esposa em clínica de Santos é julgado

O sargento da PM Samir Carvalho está preso desde maio de 2025, no Presídio Militar Romão Gomes. Ele também tentou matar a filha de 10 anos

14/10/2026 12:11
Reprodução/ Redes Sociais
Imagem colorida de Amanda do lado do marido fazendo um coração com os braços. Metrópoles

São Paulo — O sargento da Polícia Militar (PM) Samir Carvalho, acusado de matar a esposa Amanda Carvalho com três tiros e 51 facadas em uma clínica dermatológica, passa por julgamento nesta quarta-feira (14/10), no Fórum de Santos, litoral de São Paulo. Ele está preso desde maio do ano passado, no Presídio Militar Romão Gomes.

Sargento da PM acusado de matar esposa em clínica de Santos é julgado - destaque galeria
11 imagens
Samir Carvalho invadiu uma clínica, matou a esposa e atirou na filha, no litoral de SP
Sargento da PM matou esposa e atirou na filha após invadir clínica
Amanda foi morta pela marido sargento da Polícia Militar na tarde da última quarta-feira
Amanda dizia em suas redes sociais que sua família era o motivo de viver
A empresária era bastante ativa nas redes sociais e postava fotos de viagens e conquistas dos filhos
Amanda foi morta no local e apresentava marcas de tiro e de facadas
1 de 11

Amanda foi morta no local e apresentava marcas de tiro e de facadas

Reprodução
Samir Carvalho invadiu uma clínica, matou a esposa e atirou na filha, no litoral de SP
2 de 11

Samir Carvalho invadiu uma clínica, matou a esposa e atirou na filha, no litoral de SP

Reprodução
Sargento da PM matou esposa e atirou na filha após invadir clínica
3 de 11

Sargento da PM matou esposa e atirou na filha após invadir clínica

Reprodução
Amanda foi morta pela marido sargento da Polícia Militar na tarde da última quarta-feira
4 de 11

Amanda foi morta pela marido sargento da Polícia Militar na tarde da última quarta-feira

Reprodução/ Redes Sociais
Amanda dizia em suas redes sociais que sua família era o motivo de viver
5 de 11

Amanda dizia em suas redes sociais que sua família era o motivo de viver

Reprodução/ Redes Sociais
A empresária era bastante ativa nas redes sociais e postava fotos de viagens e conquistas dos filhos
6 de 11

A empresária era bastante ativa nas redes sociais e postava fotos de viagens e conquistas dos filhos

Reprodução/ Redes Sociais
Amanda deixou três filhos
7 de 11

Amanda deixou três filhos

Reprodução/ Redes Sociais
Amanda jogava no time de vôlei da empresa em que trabalhava
8 de 11

Amanda jogava no time de vôlei da empresa em que trabalhava

Reprodução/ Redes Sociais
Amanda postava bastante registros da família nas redes sociais
9 de 11

Amanda postava bastante registros da família nas redes sociais

Reprodução/ Redes Sociais
Em nota, o time de vôlei em que Amanda jogava lamentou a morte da atleta
10 de 11

Em nota, o time de vôlei em que Amanda jogava lamentou a morte da atleta

Reprodução/ Redes Sociais
Amanda dizia que sua paixão era o vôlei e criou uma equipe mista na empresa em que era sócia
11 de 11

Amanda dizia que sua paixão era o vôlei e criou uma equipe mista na empresa em que era sócia

Reprodução/ Redes Sociais

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o julgamento começou às 9h30. Treze testemunhas devem ser ouvidas e o réu interrogado.

Além de ter matado a esposa, na época, o militar também efetuou 10 tiros contra a filha de 10 anos, que tentou proteger a mãe. A menina foi atingida por dois disparos. Um atingiu a perna direita e se alojou na perna esquerda e o outro acertou o ombro esquerdo.

Vítima denunciou ameaças antes de morrer

Segundo o boletim de ocorrência obtido pelo Metrópoles na época, Amanda Carvalho chegou na clínica dermatológica acompanhada da filha, no dia 7 de maio de 2025, “aparentando um comportamento calmo”. O marido chegou na sequência.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP

Tudo parecia normal, até o momento em que Amanda foi à recepcionista e contou estar recebendo ameaças do marido, que estava armado. Neste momento, a vítima correu para dentro do consultório de um médico da clínica e a funcionária chamou a polícia. Enquanto isso, o dermatologista trancou o consultório e colocou cadeiras na porta para impedir a entrada de Samir.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Dois agentes da PM chegaram à clínica e encontraram o sargento do lado de fora, enquanto a mulher e a filha estavam trancadas dentro do consultório.

Eles realizaram uma pré-averiguação, pediram para Samir levantar a blusa e concluíram que ele estava desarmado. Com isso, pediram para o médico abrir a porta do consultório.

Nesse momento, no entanto, o sargento pegou uma arma que estava guardada em uma sala vizinha e disparou pelo menos 10 vezes.

Em seguida, o policial pegou uma faca e desferiu dezenas de golpes na esposa. Amanda morreu no local e, além das marcas de tiro, apresentou os ferimentos causados pela arma branca, segundo a perícia.

Os policiais já estavam deixando o local quando ouviram os disparos. Eles voltaram e encontraram Samir no local do crime e Amanda morta. Ele foi preso em flagrante.

Ambos os policiais envolvidos na ocorrência estavam sendo investigados por um inquérito policial militar que iria apurar “rigorosamente” o ocorrido.