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São Paulo

Polícia prende dupla por esquema de sorteio ilegal no interior de SP

Esquema criminoso vendia cartelas na região de Piracicaba para sorteios que eram transmitidos pelas redes sociais

05/07/2026 16:25
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Divulgação/Polícia Civil de São Paulo
Polícia prende dupla por esquema de sorteio ilegal no interior de SP

A Polícia Civil prendeu em flagrante neste domingo (5/7), dois homens, de 60 e 65 anos, suspeitos de comandar um esquema de sorteios ilegais que operava sob o nome “Vida Sorte”, em Piracicaba, no interior de São Paulo. Segundo a investigação, o esquema funcionava clandestinamente e comercializava em outros municípios da região, como em Limeira.

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As investigações apontam que o "Vida Sorte" era apresentado como um "certificado premiável", vendido por R$ 10 a unidade.
Os sorteios eram transmitido ao vivo pelas redes sociais.
Segundo a investigação, o esquema funcionava clandestinamente em Piracicaba e também comercializava cartelas em Limeira e cidades da região.
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Os participantes concorriam a um prêmio principal de R$ 100 mil, além de três prêmios de R$ 5 mil e 30 sorteios extras de R$ 500 cada. As cartelas eram comercializadas por revendedores e também por aplicativos de mensagens, com pagamentos processados por uma plataforma digital.
A Polícia apreendeu R$ 610 mil em dinheiro vivo durante operação em Piracicaba, no interior de São Paulo
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A Polícia apreendeu R$ 610 mil em dinheiro vivo durante operação em Piracicaba, no interior de São Paulo

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As investigações apontam que o "Vida Sorte" era apresentado como um "certificado premiável", vendido por R$ 10 a unidade.
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As investigações apontam que o "Vida Sorte" era apresentado como um "certificado premiável", vendido por R$ 10 a unidade.

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Os sorteios eram transmitido ao vivo pelas redes sociais.
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Os sorteios eram transmitido ao vivo pelas redes sociais.

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Segundo a investigação, o esquema funcionava clandestinamente em Piracicaba e também comercializava cartelas em Limeira e cidades da região.
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Segundo a investigação, o esquema funcionava clandestinamente em Piracicaba e também comercializava cartelas em Limeira e cidades da região.

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Os participantes concorriam a um prêmio principal de R$ 100 mil, além de três prêmios de R$ 5 mil e 30 sorteios extras de R$ 500 cada. As cartelas eram comercializadas por revendedores e também por aplicativos de mensagens, com pagamentos processados por uma plataforma digital.
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Os participantes concorriam a um prêmio principal de R$ 100 mil, além de três prêmios de R$ 5 mil e 30 sorteios extras de R$ 500 cada. As cartelas eram comercializadas por revendedores e também por aplicativos de mensagens, com pagamentos processados por uma plataforma digital.

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Todo material utilizado nos sorteios também foi apreendido.
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Todo material utilizado nos sorteios também foi apreendido.

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Ao todo, três carros foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.
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Ao todo, três carros foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

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As investigações apontam que o “Vida Sorte” era apresentado como um “certificado premiável”, com cartelas de sorteio vendidas por R$ 10 a unidade. Os participantes concorriam a um prêmio principal de R$ 100 mil, além de três valores secundários de R$ 5 mil e outros 30 sorteios extras de R$ 500 cada.

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As investigações começaram após denúncias anônimas sobre a venda irregular das cartelas na região, através de revendedores e por aplicativos de mensagens, com pagamentos processados por uma plataforma digital.

Os suspeitos utilizavam uma empresa de fachada para a operação que havia sido aberta cerca de 45 dias antes do sorteio, com capital social declarado de R$ 25 mil. Ainda segundo a Polícia Civil, os organizadores utilizavam indevidamente um certificado de autorização emitido pelo governo federal que pertencia à entidade filantrópica Sol Nascente Futebol Clube, sediado em Tucuruí, no Pará, que não possui qualquer relação com sorteio realizado no interior paulista.

Durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, os policiais apreenderam R$ 610 mil em dinheiro, três veículos de luxo, além da urna utilizada nos sorteios, computadores, notebooks, tablets, celulares, documentos, planilhas financeiras, contratos, material publicitário e uma máquina de contagem de cédulas.

A Polícia Civil solicitou à Justiça o bloqueio das contas bancárias dos investigados, das empresas envolvidas e o congelamento dos valores mantidos na plataforma utilizada para os pagamentos. Os dois presos foram autuados pelos crimes de exploração de jogo ilegal, estelionato, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.