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São Paulo

Mistério cerca morte de oficial da Marinha em centro de pesquisa na USP

Oficial da Marinha de 33 anos chegou morta ao Hospital Universitário, a poucos minutos do local de trabalho. Causa da morte é desconhecida

25/09/2026 06:32, atualizado 25/09/2026 10:11
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Imagem colorida mostra oficial da marinha morta em centro de pesquisa na USP. Metrópoles

A Polícia Federal (PF) investiga a morte da oficial da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, de 33 anos, ocorrido nessa quinta-feira (24/9), no Centro de Pesquisas da Marinha dentro da Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste de São Paulo. Segundo o registro policial, ela já chegou morta ao Hospital Universitário, que fica a poucos minutos de distância.

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Beatriz era segundo-tenente e trabalhava como oficial engenheira mecânica da Marinha no centro de pesquisas. Ela foi levada ao hospital por uma médica da Marinha, que é capitã de corveta. As causas da morte não foram esclarecidas.

O registro do óbito foi feito no 7° Distrito Policial (DP), na Lapa. Documentos obtidos pelo Metrópoles revelam que o corpo de Beatriz foi levado ao hospital por volta das 21h.

A Polícia Militar chegou a ir ao centro de pesquisas da Marinha, mas teve o acesso negado. As equipes foram orientadas a apresentar o caso à PF.

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A reportagem apurou que a morte ocorreu dentro da base da Marinha, área sujeita à administração federal. O registro policial aponta também que, na chegada ao hospital, o corpo de Beatriz já não apresentava sinais vitais há um algum tempo — não especificado.

Por essa razão, a médica que fez o primeiro atendimento no Hospital Universitário se negou a registrar a declaração de óbito.

O que diz a Marinha

Em nota ao Metrópoles, a Marinha do Brasil do Brasil disse que Beatriz Santoro foi encontrada desfalecida em seu alojamento no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, em 24 de setembro.

Embora a polícia tenha informado que a oficial chegou morta ao hospital, a Marinha diz que “a equipe médica do Centro Tecnológico foi imediatamente ao local e a militar foi encaminhada ao Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, onde foi constatada sua morte”.

“As causas e circunstâncias da morte estão sendo apuradas pela Marinha e pelas autoridades periciais competentes”, diz a nota. “A Marinha presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares e manifesta suas sinceras condolências a familiares e amigos.”