
Flávio Bolsonaro confirma que Tereza Cristina aceitou ser vice
Senadora do PP já havia sinalizado decisão a aliados após encontro com Flávio. Após anúncio, partido disse que vai "manter neutralidade"

Candidato à presidência pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro afirmou que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) aceitou o convite para concorrer como vice na chapa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita em conversa com jornalistas nesta sexta-feira (31/7) em São Paulo.
“A Tereza Cristina é um quadro excepcional, foi ministra do presidente Bolsonaro, uma referência em várias áreas, em especial no agro, respeitadíssima dentro da política, dentro do país e fora do país. Então o convite foi feito, ela aceitou e agora estamos nas conversas para saber se o partido vai avançar ou não”, disse Flávio antes de um café da manhã com vereadores de São Paulo organizado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB).

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Ver todasQuinze minutos depois, o Progressistas (PP) emitiu nota afirmando que permanecerá neutro nas eleições presidenciais.
“O PP fez consulta aos seus diretórios estaduais e, por maioria, decidiu permanecer na neutralidade no processo eleitoral, reiterando a posição de não convocar Convenção Nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela senadora Tereza Cristina, nossa líder no Senado Federal”, diz a nota da direção nacional do partido.
O candidato também citou o nome da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Danielle Marques (Republicanos), que acompanhou Flávio na reunião desta sexta e discursou no palanque do senador na convenção que oficializou a candidatura no último sábado (25/7).
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A senadora Tereza Cristina é o nome preferido do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que avalia que a presença dela na chapa fortaleceria a candidatura de Flávio, tanto pelo vínculo com o agronegócio quanto por ampliar as chances de atrair a federação União Progressista para a aliança.
Conforme publicado pelo Metrópoles na quinta-feira (30/7), a senadora já havia sinalizado a decisão a aliados. O acordo, no entanto, ainda depende do aval da federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, além da aprovação do PP em convenção partidária.



