Caiado diz que Lulinha é “ator principal” de esquema e fala em “Dark Lobby”
Campanha de Lula acionou TSE para pedir remoção de vídeos em que Caiado liga Dark Horse às acusações de tráfico de influência contra Lulinha

Candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) comentou a possibilidade de ser processado pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após associar o caso do filme Dark Horse com as acusações de tráfico de influência envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Caiado chegou a usar o termo “Dark Lobby” para se referir ao suposto esquema no debate presidencial do último domingo (23/8).
Em agenda cumprida pelo candidato no Hospital Santa Marcelina, na zona leste de São Paulo, Caiado afirmou que Lulinha e Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, são atores principais do esquema, o qual ele apelidou de Dark Lobby.
“É a nova grande produção brasileira do governo do presidente Lula. Está ali toda a parte do roteiro do filme, que foi escrito pelo celular da Roberta Luchsinger. Os atores principais que aparecem também no roteiro dela são Lulinha e Marcola. Até na rede social já tem muitos que estão antecipando esse Dark Lobby, já mostrando essas cenas todas baseadas naquilo que o telefone da Roberta está reproduzindo”, afirmou Caiado.
A resposta aconteceu após o candidato ser questionado como recebeu a notícia de que estava sendo processado pelo atual presidente.
Campanha do Lula acionou TSE
Nessa quarta-feira (27/8), a Coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente Lula, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o que chamou de “mentiras, calúnias e ofensas” proferidas pelos candidatos ao Palácio do Planalto Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) durante o debate a TV Bandeirantes, exibido no último domingo (23/8).
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Ver todasA campanha protocolou duas ações, nesta quarta-feira (26/8), solicitando a remoção de conteúdos com cortes do debate das redes sociais dos presidenciáveis. A defesa também solicita que sejam vetados impulsionamentos, além da aplicação de multa de R$ 30 mil a cada um.
A coligação alega que as declarações dos candidatos vão além da “crítica republicana voltada ao debate sobre a gestão pública” e tiveram o propósito de “induzir o eleitorado a erro, ultrapassando as balizas da liberdade de expressão para ingressar no campo da desinformação”.



