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São Paulo

Caiado diz que Flávio fez carreira "em cima de certidão de nascimento"

Ronaldo Caiado (PSD) também atacou o presidente Lula dizendo que o atual presidente “destruiu essa situação toda que está o Brasil”

12/08/2026 16:54, atualizado 12/08/2026 17:50
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Caiado diz que Flávio fez carreira “em cima de certidão de nascimento”

Ronaldo Caiado (PSD) atacou, nesta quarta-feira (12/8), a carreira de Flávio Bolsonaro (PL) na vida política. Para ele, o adversário construiu trajetória “em cima da certidão de nascimento”, em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Caiado também atacou Lula e Flávio por evitarem participação em debates eleitorais. “Isso é fuga. Eles amarelaram diante de um debate que eles não têm capacidade de debater”, afirmou.

Para o candidato do PSD, Caiado afirmou que Lula “destruiu essa situação toda que está o Brasil” e que Flávio perdeu a chance de construir carreira política enquanto foi senador.

Planos para governo

O ex-governador falou sobre a formação do seu governo, caso seja eleito. Ele afirmou que vai procurar uma pessoa com o “mesmo perfil” do promotor Lincoln Gakiya para ser ministro da Segurança Pública em um eventual mandato, após Gakiya recusar o convite.

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“Ele [Gakiya] me disse: ‘Eu, na função de promotor, é impossível que possa assumir esse cargo”, afirmou Caiado. “Mas buscarei um perfil que tenha essas características, de experiência, de capacidade e de inteligência para combater o crime organizado no Brasil”, disse o ex-governador.

Caiado também manifestou interesse em ter Guilherme Afif em um eventual mandato. A declaração aconteceu durante um encontro com empresários nesta quarta-feira (12/8), em São Paulo.

Afif é o secretário de Projetos Estratégicos do governo de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Caiado negou que um eventual convite provocaria ruído com Tarcísio, a quem declarou apoio nas eleições estaduais.

“De maneira alguma. Se você faz um convite a uma pessoa, é importante sempre um estado ceder um membro do seu governo para que ele possa ocupar um escalão nacional. Eu não vejo isso, de maneira nenhuma, como um ato que o Tarcísio ficaria contrariado. Eu acho que isso é um respeito com o Estado também. É você trazer os nomes para que possa compor um governo federal”, afirmou Caiado.