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Flávio ataca Moraes: "Aquela laranja podre não pode contaminar todo o STF". Siga no YouTube

Em ato na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro e apoiadores criticaram Alexandre de Moraes e saíram em defesa de André Mendonça

07/09/2026 14:53, atualizado 07/09/2026 16:55
Sam Pancher/Metrópoles
Flávio Bolsonaro na Paulista

Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, atacou o ministro do STF Alexandre de Moraes na tarde desta segunda-feira (7/9) em ato realizado na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Ele começou seu discurso relembrando a facada sofrida pelo pai em 2018. Ele disse ainda que o 8 de Janeiro é uma grande “farsa” e que Jair Bolsonaro “levou uma segunda facada ao ser condenado por um crime que não cometeu”.

O filho 01 de Jair Bolsonaro atacou o atual chefe do Planalto: “Lula é o responsável pelo caos moral que o Brasil está passando hoje. Quem vota em Lula, vota em Alexandre de Moraes. Nós não vamos permitir que Lula indique mais quatro Alexandres de Moraes para o Supremo Tribunal Federal”.

E ficou o discurso no ministro Alexandre de Moraes: “Temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre não pode contaminar toda a corte”.

“Vou indicar homens e mulheres que sejam contra o aborto, contra as drogas, que ajudem a resgatar a credibilidade do Supremo”, completou Flávio.

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Acompanhe:

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, discursou no ato organizado pela direita na Avenida Paulista: “Ninguém está acima da lei e da Constituição”. Ele cobriu respostas do STF sobre Alexandre de Moraes e pediu que o Supremo se una para apurar as denúncias, não para se defender.

Já Nikolas Ferreira voltou a chamar os áudios em que conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro de “pastel de vento”. Ele disse ainda que o “lugar de Alexandre de Moraes é na cadeia”.

Uma das imagens simbólicas do ato de Sete de Setembro na Avenida Paulista, região central de São Paulo, é um boneco inflável com a figura do ministro do STF André Mendonça, em apoio a ele. Os primeiros discursos do ato homenageiam o ministro indicado por Jair Bolsonaro e atacam Alexandre de Moraes.

Em discurso inflamado, o pastor Silas Malafaia afirma que “desgraçar o Supremo é arrebentar com a democracia e com a República” e pede que Edson Fachin, presidente do STF, afaste o ministro Alexandre de Moraes.

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Boneco do ministro André Mendonça
Ato na Paulista
Ato da direita na Avenida Paulista, São Paulo, no 7 de Setembro de 2026.
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Flávio Bolsonaro na Paulista
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Ato da direita na Avenida Paulista, São Paulo, no 7 de Setembro de 2026.
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Ato da direita na Avenida Paulista, São Paulo, no 7 de Setembro de 2026.

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Tarcisio de Freitas em manifestação na Paulista
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Tarcisio de Freitas em manifestação na Paulista

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Ricardo Nunes e Tarcisio de Freitas
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Ricardo Nunes e Tarcisio de Freitas

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Flávio Bolsonaro chegou ao ato na Avenida Paulista por volta das 14h30 acompanhado da esposa Fernanda. Ele cumprimentou os apoiadores em cima do trio elétrico. O evento teve início com um discurso da bispa Sonia Hernandes, seguido pela deputada Bia Kicis. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, discursou e disse que “Supremo é o povo brasileiro”.

Ao lado do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), o locutor do evento pediu anistia para o pai, Jair Bolsonaro — preso após condenação pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 — durante evento na tarde deste 7 de setembro, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Manifestantes também homenagearam André Mendonça e levaram um “bonecão” inflável do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ao evento promovido por Flávio.

Na sequência, veio o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ele prometeu que Jair Bolsonaro estará livre no dia seguinte da posse de Flávio Bolsonaro, mas disse que, se Flávio não vencer, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, seguirá preso.

Candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) convocou apoiadores para um comício neste 7 de Setembro, na avenida Paulista, em São Paulo. O senador conta com a mobilização de políticos de direita e lideranças religiosas. A concentração, marcada para as 15h, já contava com presença de milhares de apoiadores no início da tarde.

Teste para força do bolsonarismo

O ato era visto como termômetro da força atual do bolsonarismo, em meio à repercussão de mensagens trocadas entre o filho 01 de Jair Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master, assim como diálogos virtuais entre o ex-banqueiro e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem chegou a perguntar se deveria deixar o país dois dias antes de ser preso, em novembro de 2025.

A manifestação teve como mote as frases “Fora, Lula, Fora, Moraes” e “É agora ou nunca”. A campanha de Flávio vê o ato como ponto decisivo de virada, já que o candidato do PL tem aparecido atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenções de voto.

A estratégia da manifestação também englobava reforço à candidatura de senadores alinhados à direita, como André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) por São Paulo, para enfatizar a pauta de pedidos de impeachment no Congresso Nacional.

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Flávio atrás de Lula

A mais recente pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada na última quinta-feira (3/9), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 38% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Além disso, Lula aparece com 46% e Flávio soma 44% das intenções de voto em eventual segundo turno entre os dois.

No último levantamento realizado pelo mesmo instituto e divulgado no dia 21 de agosto, Lula liderava com 47% das intenções de voto para o 2º turno; seguido por Flávio Bolsonaro, que tinha 43%.