Após 30 dias, suspeito de atirar em tenente da Rota continua foragido
Internado desde o atentado, o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos apresentou melhora no quadro de saúde ao longo do último mês

Um mês após o atentado que deixou o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, 39, gravemente ferido com um tiro na cabeça, em São Caetano do Sul, no ABC, região metropolitana de São Paulo, quatro pessoas foram presas e seis suspeitos de ligação com o caso morreram em operações da Polícia Militar (PM). Mesmo assim, o homem apontado pela polícia como autor dos disparos segue foragido. O atentado aconteceu na manhã de 27 de junho. O tenente é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 pelo ex-namorado, Lindemberg Alves.
Ronickson estava parado em um semáforo na Avenida Goiás quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta. O garupa efetuou os disparos contra a cabeça do policial e fugiu com o comparsa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio e passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.
Desde o atentado, Ronickson permaneceu internado em estado grave, passou por diferentes procedimentos médicos e apresentou evolução clínica durante o tratamento.
Ao longo das investigações, quatro pessoas foram presas suspeitas de dar apoio ao grupo criminoso, seja na fuga ou na logística do atentado. Nenhuma delas, no entanto, é apontada como autora dos disparos.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPParalelamente às investigações da Polícia Civil, a Rota intensificou operações para localizar os envolvidos. Nesse período, seis suspeitos morreram em confrontos com policiais militares durante ações relacionadas às buscas pelo atirador e integrantes da organização criminosa investigada.
Apesar dos avanços, o principal alvo da investigação segue foragido. A Polícia Civil aponta Hércules da Costa Siqueira, conhecido pelos apelidos de Golias, Chavinho ou Peruca, como o homem que teria atirado contra o tenente. Segundo a investigação, ele conseguiu fugir logo após o crime e ainda não foi localizado. Veja o momento do ataque:
No início de julho, o nome de Hércules foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo utilizado para alertar autoridades de diversos países sobre foragidos procurados internacionalmente. A medida foi adotada após investigadores apontarem a possibilidade de que ele tentasse deixar o Brasil.

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Ver todasRecompensa de R$ 50 mil
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) anunciou no domingo (5/7) uma recompensa de R$ 50 mil por quem passar informações que levem à identificação do paradeiro de Hércules da Costa Siqueira, o Golias.















