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São Paulo

Açougueiro é preso após esfaquear dois colegas dentro de atacadista

Açougueiro esfaqueou dois colegas dentro de unidade da rede Assaí, em Jundiaí, interior de São Paulo. Polícia investiga motivação

04/08/2026 10:38, atualizado 04/08/2026 11:00
Reprodução.
Foto colorida de açougueiro suspeito de esfaquear colegas de trabalho por suposta motivação de bullying.

O açougueiro Manoel Avelino Da Silva (foto em destaque), de 48 anos, foi preso pela Polícia Militar após esfaquear pelo menos dois colegas de trabalho dentro de uma unidade do atacadista Assaí, em Jundiaí, interior de São Paulo. A rede confirmou o caso e diz estar prestando apoio médico às vítimas, que, apesar de feridas, passam bem. A Polícia Civil apura se um terceiro funcionário foi ferido e se a motivação foi provocada por bullying.

Segundo o boletim de ocorrência, Manoel Avelino tinha jurado matar os colegas de trabalho. As ameaças foram feitas diretamente às vítimas, que têm 28 e 37 anos. O ataque aconteceu por volta de 16h.

Apesar de listar apenas duas vítimas, o registro oficial aponta que um terceiro funcionário do açougue teria ficado ferido durante o ataque.

Em nota, a rede Assaí confirmou a agressão ocorrida na unidade Jundiaí Ferroviários. O texto destaca que o açougueiro feriu as vítimas com uma faca. Os feridos foram socorridos e encaminhados para atendimento médico e passam bem. “O agressor foi contido e encaminhado à delegacia. A Companhia está colaborando integralmente com as autoridades na apuração dos fatos, que seguem sob investigação”, finalizou.

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Fontes ligadas à PM mencionaram que o Manoel Avelino relatou ter praticado o ataque após ter sido vítima de bullying e provocações no ambiente de trabalho. O suspeito também declarou que tinha intenções de ferir o maior número de pessoas. A versão apresentada, contudo, não é citada no B.O e é apurada pela investigação.

A Polícia Civil solicitou e aguarda decisão da Justiça para converter a prisão em flagrante para preventiva.

O açougueiro preso vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado. Ele permanece preso em uma cadeia pública de Jundiaí.