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Fábia Oliveira

Paulo Miklos emociona ao relembrar morte da esposa: "Foi embora"

O artista emocionou ao relembrar um dos momentos mais difíceis de sua vida: a morte da esposa, Rachel Salem, em 2013

Fábia Oliveira08/06/2026 17:29
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Defesa de Paulo Miklos se manifesta sobre medida da ex-esposa, Renata Galvão - Metrópoles

Paulo Miklos emocionou ao relembrar um dos momentos mais difíceis de sua vida: a morte da esposa, Rachel Salem, em 2013. Em entrevista ao podcast Desculpincomodar, o músico falou sobre o luto e revelou como conviveu com os pertences da companheira após sua partida.

Rachel, com quem Paulo viveu por 31 anos, morreu em decorrência de um câncer. Durante a conversa, o artista contou que o casal estava prestes a se mudar quando a doença se agravou.

“Aconteceu isso quando eu perdi minha primeira esposa. Estava tudo embalado para fazer uma mudança, ela teve um problema de saúde, ela internou e foi embora”, relembrou.

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Defesa de Paulo Miklos se manifesta sobre medida da ex-esposa, Renata Galvão
Paulo Miklos celebra Natal em casa e agradece
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Defesa de Paulo Miklos se manifesta sobre medida da ex-esposa, Renata Galvão
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Defesa de Paulo Miklos se manifesta sobre medida da ex-esposa, Renata Galvão

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O cantor explicou que, após a perda, precisou lidar não apenas com a dor da ausência, mas também com todos os objetos e lembranças que faziam parte da vida construída ao lado dela.

“Eu voltei e toda a casa embalada. Eu mudei com tudo aquilo para a outra casa e comecei a imaginar como ela faria. Como ela queria que fosse essa sala? Todos os vestidos dela foram junto”, contou.

Na entrevista, Paulo Miklos descreveu a sensação de viver cercado pelos pertences da esposa mesmo após sua morte. “Eu sentei na casa e vivi aquela coisa muito doida, da presença dos pertences dela”, desabafou.

O ex-integrante da banda Titãs também falou sobre sua relação com objetos e revelou que, ao longo dos anos, aprendeu a ser menos apegado ao acúmulo de coisas. Antes disso, já havia passado por uma situação semelhante após a morte dos pais.

“Quando meus pais morreram, eu levei tudo da casinha deles para a minha casa. Eu enlouqueci, comecei a dar um caminho para as coisas, mas acabei ficando com muitos móveis”, recordou.

Hoje, aos 67 anos, Paulo encara a questão de forma mais leve e até com bom humor. “Tenho muitos amplificadores, guitarras e estou fazendo um disco de intérprete porque não quero mais tocar nada”, brincou.

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