Tarifaço: Augusto Cury diz que país deve adotar reciprocidade com EUA
Pré-candidato à Presidência afirmou que o Brasil deve reagir, caso a gestão de Trump decida por novo tarifaço sobre os produtos brasileiros

O pré-candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, defendeu, nesta terça-feira (2/6), que o país adote uma política de reciprocidade em relação ao novo tarifaço dos Estados Unidos.
Para ele, caso o presidente dos EUA, Donald Trump, decida por uma nova taxação das importações brasileiras, o Brasil deve reagir.
“Não podemos ter uma condição de subservientes. Tem de ser uma relação séria, pacífica, mas inteligente e de igualdade. Uma política de reciprocidade. E o Brasil centrado no que importa. Importa a soberania nacional”, disse em entrevista à rádio TMC.
O governo dos Estados Unidos fez uma série de críticas ao sistema Pix brasileiro e ao Banco Central do Brasil no relatório final do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), órgão responsável pela política comercial do país.

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Ver todasO documento propõe uma taxação de 25% sobre produtos do Brasil para corrigir as práticas consideradas desleais pela gestão de Donald Tump.
Augusto Cury também comentou sobre a decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.
Segundo o pré-candidato, deve ser preservada a soberania nacional.
“Há elementos para dizer o que constitui (organização terrorista), mas outros entendem que não constitui. Não podemos perder a soberania. A questão das facções tem de ser resolvida de maneira urgente e rápida”, declarou.










