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Suspeita de pré-diabetes? Veja como evitar o desenvolvimento da doença

Aproximadamente 25% dos pacientes com pré-diabetes irão desenvolver diabetes em um prazo entre 2 e 5 anos. Veja como prevenir

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Utensílios de medição de diabetes em fundo roxo - Metrópoles
1 de 1 Utensílios de medição de diabetes em fundo roxo - Metrópoles - Foto: Pexels

Se ao fazer exame de sangue sua glicemia em jejum atingir entre 100 e 125 mg/dl, isso significa que você tem tolerância reduzida à glicose, ou seja, pré-diabetes. A condição deve afetar cerca de 730 milhões de adultos no mundo até 2045, de acordo com a 10ª edição do Atlas do Diabetes, da International Diabetes Federation.

No Brasil, cerca de 7% da população apresenta o quadro, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes citados pelo Ministério da Saúde.

O que é pré-diabetes?

“O pré-diabetes é uma condição na qual os níveis de glicemia estão acima do valor normal, porém abaixo do limiar para o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2”, explica a chefe do serviço de endocrinologia do Hospital São Vicente de Paulo, Ana Cristina Belsito.

Segundo a especialista, é fundamental identificar logo essa condição, pois assim podemos agir precocemente para prevenir ou retardar a progressão para o diabetes manifesto, diminuindo o risco de agravamento da doença.

Sem tratamento, aproximadamente 25% dos pacientes pré-diabéticos irão desenvolver diabetes em um prazo entre 2 e 5 anos, aponta Ana Cristina. Além disso, o pré-diabetes pode provocar complicações como neuropatia diabética distal em 10% dos casos, bem como aumentar a incidência de retinopatia diabética, de espessamento de carótidas, de demência e de nefropatia diabética, mesmo sem que a condição evolua para o diabetes.

“Pessoas com obesidade, sobrepeso, gestantes, que tenham histórico familiar da doença ou façam uso de corticoide, estão mais propensas a ter pré-diabetes”, adverte a médica.

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A diabetes surge devido ao aumento da glicose no sangue, que é chamado de hiperglicemia. Isso ocorre como consequência de defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas
A função principal da insulina é promover a entrada de glicose nas células, de forma que elas aproveitem o açúcar para as atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação ocasiona o acúmulo de glicose no sangue, que em circulação no organismo vai danificando os outros órgãos do corpo
Uma das principais causas da doença é a má alimentação. Dietas ruins baseadas em alimentos industrializados e açucarados, por exemplo, podem desencadear diabetes. Além disso, a falta de exercícios físicos também contribui para o mal
A diabetes pode ser dividida em três principais tipos. A tipo 1, em que o pâncreas para de produzir insulina, é a tipagem menos comum e surge desde o nascimento. Os portadores do tipo 1 necessitam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais
Já a diabetes tipo 2 é considerada a mais comum da doença. Ocorre quando o paciente desenvolve resistência à insulina ou produz quantidade insuficiente do hormônio. O tratamento inclui atividades físicas regulares e controle da dieta
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A diabetes é uma doença que tem como principal característica o aumento dos níveis de açúcar no sangue. Grave e, durante boa parte do tempo, silenciosa, ela pode afetar vários órgãos do corpo, tais como: olhos, rins, nervos e coração, quando não tratada

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A diabetes surge devido ao aumento da glicose no sangue, que é chamado de hiperglicemia. Isso ocorre como consequência de defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas

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A função principal da insulina é promover a entrada de glicose nas células, de forma que elas aproveitem o açúcar para as atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação ocasiona o acúmulo de glicose no sangue, que em circulação no organismo vai danificando os outros órgãos do corpo

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Uma das principais causas da doença é a má alimentação. Dietas ruins baseadas em alimentos industrializados e açucarados, por exemplo, podem desencadear diabetes. Além disso, a falta de exercícios físicos também contribui para o mal

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A diabetes pode ser dividida em três principais tipos. A tipo 1, em que o pâncreas para de produzir insulina, é a tipagem menos comum e surge desde o nascimento. Os portadores do tipo 1 necessitam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais

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Já a diabetes tipo 2 é considerada a mais comum da doença. Ocorre quando o paciente desenvolve resistência à insulina ou produz quantidade insuficiente do hormônio. O tratamento inclui atividades físicas regulares e controle da dieta

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A diabetes gestacional acomete grávidas que, em geral, apresentam histórico familiar da doença. A resistência à insulina ocorre especialmente a partir do segundo trimestre e pode causar complicações para o bebê, como má formação, prematuridade, problemas respiratórios, entre outros

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Além dessas, existem ainda outras formas de desenvolver a doença, apesar de raras. Algumas delas são: devido a doenças no pâncreas, defeito genético, por doenças endócrinas ou por uso de medicamento

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É comum também a utilização do termo pré-diabetes, que indica o aumento considerável de açúcar no sangue, mas não o suficiente para diagnosticar a doença

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Os sintomas da diabetes podem variar dependendo do tipo. No entanto, de forma geral, são: sede intensa, urina em excesso e coceira no corpo. Histórico familiar e obesidade são fatores de risco

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Alguns outros sinais também podem indicar a presença da doença, como saliências ósseas nos pés e insensibilidade na região, visão embaçada, presença frequente de micoses e infecções

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O diagnóstico é feito após exames de rotina, como o teste de glicemia em jejum, que mede a quantidade de glicose no sangue. Os valores de referência são: inferior a 99 mg/dL (normal), entre 100 a 125 mg/dL (pré-diabetes), acima de 126 mg/dL (Diabetes)

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Qualquer que seja o tipo da doença, o principal tratamento é controlar os níveis de glicose. Manter uma alimentação saudável e a prática regular de exercícios ajudam a manter o peso saudável e os índices glicêmicos e de colesterol sob controle

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Quando a diabetes não é tratada devidamente, os níveis de açúcar no sangue podem ficar elevados por muito tempo e causar sérios problemas ao paciente. Algumas das complicações geradas são surdez, neuropatia, doenças cardiovasculares, retinoplastia e até mesmo depressão

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Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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