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Sóstenes e Jordy: saiba mais sobre deputados alvos de operação da PF

Policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão na Operação Galho Fraco, que investiva desvio de cotas parlamentares

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1 de 1 sóstenes-jordy - Foto: Reprodução

Os deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foram alvos de busca e apreensão, nesta sexta-feira (19/12), da Operação Galho Fraco.  A operação investiga o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares.

Saiba quem são os deputados:

Sóstenes Cavalcantes

Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) - Metrópoles
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL)

Sóstenes Silva Cavalcante, de 50 anos, é pastor evangélico e está em seu terceiro mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro, tendo sido eleito em fevereiro deste ano líder do PL na Casa. Nascido em Maceió (AL), o parlamentar afirma ter “ter raízes na Baixada Fluminense”, em Duque de Caxia.

O deputado bolsonarista também é o 2° vice-presidente da Câmara e já presidiu a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional e a Comissão do Estatuto da Família.

Carlos Jordy

Deputado federal Carlos Jordy PL-RJ fala na tribuna do Plenário da Câmara - Metrópoles

O apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior, de 43 anos, é deputado federal pelo Rio de Janeiro e está em seu segundo mandato consecutivo. Ele foi reeleito em 2022 com mais de 114 mil votos.

Jordy é natual de Niterói (RJ) e foi vereador entre 2018 e 2019. Em 2024, foi candidato a prefeitura da cidade, mas foi derrotado nas urnas pelo candidato Rodrigo Neves (PDT).

Em janeiro de 2024, o parlamentar foi um dos alvos da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal, que tinha o objetivo de identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram atos antidemocráticos ocorridos entre outubro de 2022 e o início do ano passado, no interior do estado do Rio de Janeiro.

Carlos Jordy já foi líder da oposição na Câmara dos Deputados e um dos comandantes da bancada bolsonarista na Casa.

Operação Galho Fraco

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (19/12), a Operação Galho Fraco, que tem como objetivo aprofundar as investigações sobre o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Os alvos de busca e apreensão são os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ).

A PF cumpriu sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Os parlamentares do PL tiveram os celulares apreendidos durante a operação. Também foi apreendida grande quantidade de dinheiro em espécie, sendo R$ 400 mil com Sóstenes.

A ação da PF é desdobramento de uma operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Na operação de 2024, os assessores dos deputados federais Carlos Jordy e Sóstenes Cavalcante já haviam sido alvos da operação Rent a Car, da Polícia Federal, que investigava uso de recursos de cotas parlamentares para pagamentos irregulares.

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Dinheiro apreendido pela Polícia Federal
Dinheiro apreendido pela PF
Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco
Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco
Operação da PF investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares
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Operação da PF investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares

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Dinheiro apreendido pela Polícia Federal

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Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco
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Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco

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Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco
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Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco

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No início da tarde, Sóstenes explicou que os quase meio milhão de reais apreendidos pela corporação se devem à venda de um imóvel em Minas Gerais.

“Aprendam uma coisa: dinheiro de corrupção não aparece lacrado, identificado e recolhido oficialmente na sua residência. Quem quer viver de corrupção, bota em outro lugar. Vendi um imóvel, o imóvel me foi pago com dinheiro lícito, está lacrado, tem a origem, então não tenho nada a temer”, ressaltou.

Ainda de acordo com o líder do PL, o dinheiro foi recebido por ele recentemente, e ele ainda não teve tempo de realizar o depósito em um banco por causa da “correria” do dia a dia. Mas disse que o imóvel está declarado no Imposto de Renda.

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