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Padre relata ida de PF à igreja e nega participação em plano golpista

Padre de paróquia em Osasco foi alvo de busca e apreensão da PF nesta quinta-feira (8/2) por supostamente integrar núcleo golpista

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva - Metrópoles
1 de 1 O padre José Eduardo de Oliveira e Silva - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

São Paulo – O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, um dos alvos da Polícia Federal em operação deflagrada nesta quinta-feira (8/2), negou, em rede social, ter colaborado com uma tentativa de golpe de Estado no país,

“Romper com a ordem estabelecida seria profundamente contrário aos meus princípios. Abaixo de Deus, em nosso país, está a Constituição Federal. Portanto, não cooperei nem endossei qualquer ato disruptivo da Constituição”, escreveu o padre no Instagram.

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva
O padre José Eduardo de Oliveira e Silva
O padre José Eduardo de Oliveira e Silva ao lado do papa Francisco
O padre José Eduardo de Oliveira e Silva ao lado do papa Bento XVI
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Padre José Eduardo de Oliveira e Silva foi alvo de operação da Polícia Federal contra plano golpista

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva ao lado do papa Francisco

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva ao lado do papa Bento XVI

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Foto publicada pelo padre José Eduardo de Oliveira e Silva no dia da votação do 1º turno das eleições de 2022

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Foto publicada pelo padre José Eduardo de Oliveira e Silva rezando sobre o altar da igreja

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O padre José Eduardo de Oliveira e Silva ao lado do prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB)

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Na decisão que autorizou a operação, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o padre integrava o “núcleo jurídico” do suposto grupo golpista. De acordo com a PF, o padre esteve em uma reunião para tratar do tema com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Palácio do Planalto, em novembro de 2022.

Embora tenha dito que não cooperou com nenhuma tentativa de golpe, o padre não negou ter se reunido com Bolsonaro na ocasião.

“Como padre católico, atendo diversas pessoas. Sou chamado para auxílio espiritual não apenas dos frequentadores da minha paróquia, mas também de todos aqueles de alhures que espontaneamente me procuram com assuntos dos mais variados temas. Como é meu dever, preservo a privacidade de todos eles, visto que os dilemas que me apresentam são sempre de foro interno”, afirmou.

Na postagem, ele também relatou ter recebido, pela manhã, os agentes da PF na paróquia São Domingos em Osasco, na Grande São Paulo, onde reside. Segundo José Eduardo, a polícia apreendeu seu passaporte, seu celular e seu computador.

“Estou inteiramente à disposição da justiça brasileira para qualquer eventual esclarecimento”, disse.

Para a noite desta quinta-feira, ele havia programado uma “missa de cura”. O padre ainda não divulgou se manterá a programação.

Procurada pelo Metrópoles, a Diocese de Osasco disse ter recebido a notícia por meio das mídias sociais e afirmou que irá colaborar com as autoridades na elucidação do caso.

“Esclarecemos que, por não possuirmos nenhuma informação oficial das autoridades competentes, aguardaremos a conclusão do caso”, disse em nota.

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