Proteste encontra sete marcas de azeites extravirgens fraudados
Os produtos apresentam indícios de adição de outros óleos vegetais
atualizado
Compartilhar notícia
A Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor divulgou, nesta segunda-feira (8/10), o resultado de uma pesquisa realizada com 69 empresas de azeites de oliva extravirgens. Desse total, sete marcas, foram reprovadas por fraude: Barcelona, Porto Valência, Casalberto, Olivenza, Faisão Real, Borgel e Do Chefe.
De acordo com a nota enviada à imprensa, esses produtos não podem ser considerados azeite extravirgem, pois levam na mistura outros tipos de óleos vegetais. A Proteste ingressou com ações judiciais contra as sete empresas responsáveis pelas fraudes, com objetivo de os lotes serem retirados imediatamente do mercado.
Marcas avaliadas:
Allegro, Andaluzia, Andorinha, Báltico (Broto Legal), Barcelona, Batalha, Bom dia, Borgel, Borges, Borges Sybaris, Borriello, Camponês, Carbonell, Cardeal, Carrefour, Casa Medeiros, Casalberto, Cocineiro, Deleyda, Delfos, Do Chefe, Don Giovanni, EA, Estoril, Faisão Real, Filippo Berio, Gallo, Gallo Grande Escolha, Great Value, Herdade do Esporão, La Española, La Pastina, La Violetera, Maria, Menoyo, Monde, Mondegão, Mytholio, Nova Oliva, Obra Prima, Olitália, Olivas do Sul, O-live, Oliveira Ramos, Oliveiras do Seival, Olivenza, Ouro de Santana, Paesano, Paganini, Parus, Porto Valência, Portucale, Prezunic, Prosperato, Qualitá, Raniere, Renata, Rey, Santa Maria, Santiago, Serrata, Star, TAEQ, Terrano, Toureiro, Tradição Brasileira, Verde Louro, Vila Flor e ZOH.