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Campanella tem 30 dias para explicar irregularidades no passe livre estudantil

Ex-diretor do DFTrans omitiu documentos relativos ao controle e à utilização do benefício e o Ministério Público cobrou, via Diário Oficial, informações. Segundo o MP, Campanella reside em “local incerto e não sabido”, mas ele argumenta que mudou de endereço há pouco tempo

atualizado

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1 de 1 Michael Melo/Metrópoles - Foto: Michael Melo/Metrópoles

O ex-diretor do DFTrans Marco Antônio Campanella tem 30 dias para explicar ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) sobre a omissão de documentos relativos ao controle e à utilização do passe livre estudantil.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (4/11). Segundo o texto, o edital de Comunicação de Audiência saiu no DODF pois não foi possível localizar Campanella. A reportagem do Metrópoles entrou em contato com o ex-diretor do DFTrans, que afirmou desconhecer as tentativas de encontrá-lo. “Não sabia dessa citação no edital. Provavelmente, eles foram ao meu endereço antigo. Já avisei que mudei, mas deve ser isso”, afirmou.

Reprodução/Diário Oficial do DF

O TCDF já havia aplicado multa de R$ 3 mil ao ex-diretor por negar o fornecimento de contratos, inviabilizando a fiscalização do processo.

CPI do transporte
Em outubro passado, Campanella foi ouvido na CPI do Transporte, da Câmara Legislativa, por suposto envolvimento no processo que investiga irregularidades em contratos do transporte público do DF. O ex-diretor do DFTrans deu poucas informações sobre o processo de licitação do atual sistema de transporte do Distrito Federal.

Campanella afirmou que o órgão que comandava não teve participação ativa na concorrência e que só fornecia informações técnicas à Secretaria de Transporte, responsável por todo o processo.

Em 2008, o ex-governador José Roberto Arruda fechou contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de US$ 176,7 milhões, para a execução do Programa de Transportes Urbanos do DF. Na época, o GDF entrou com uma contrapartida de US$ 93,1 milhões. Em seguida, a Secretaria de Transportes contratou a empresa de consultoria Arcadis Logos Engenharia, por R$ 19,3 milhões, para produzir relatórios técnicos destinados à elaboração do edital de licitação.

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