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Polícia prende homem que tentava dar “golpe do motoboy” em vítima do DF

Estelionatário estava hospedado em um hotel, onde havia várias máquinas usadas no golpe. PCDF acredita que organização age em outros estados

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1 de 1 coletiva-cartao1 - Foto: HUGO BARRETO/METRÓPOLES

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf), prendeu, nessa terça-feira (14/7), um homem acusado de tentativa de estelionato, em um crime conhecido como “golpe do motoboy”.

O crime consiste em persuadir clientes de bancos a quebrarem seus cartões, de crédito e débito, na justificativa de que eles teriam sido clonados. O contato acontecia por meio de uma ligação. O golpista, então, informava à vítima que um motoboy iria a casa dela para colher os pedaços dos objetos plásticos. Assim, concretizava o estelionato, com compras e transferências financeiras.

No DF, o homem foi preso nessa terça-feira, após uma mulher acionar a polícia. Ao receber o telefonema, ela foi orientada pelo próprio marido de que se tratava de um golpe, ligando em seguida para a Divisão de Controle de Denúncias (Dicoe) da PCDF, que atendeu a vítima em parceria com agentes da Divisão de Falsificação e Defraudação (Difraudes).

Os policiais foram a casa da mulher, onde aguardaram a chegada do “mensageiro”. Quando o homem chegou ao local, foi abordados pelos investigadores, confessou o crime e foi detido.

Modus Operandi

Segundo a polícia, o suspeito tranquilizava a vítima durante toda a ligação, dizendo que ela não precisava se preocupar, pois os cartões já haviam sido bloqueados. O alvo do grupo de estelionatários, que também agia em São Paulo, era orientado a não desligar o telefone, pois “a chamada estava sendo monitorada”, o que era de extrema importância para que o atendimento fosse feito de maneira adequada.

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“A pena para quem comete este tipo de crime é de 1 a 5 anos, com redução porque se trata de crime tentado. Se a pessoa for autuada em flagrante, responde por estelionato tentado”, explica o coordenador da Corf, Wisllei Salomão.

De acordo com o boletim de ocorrência, nesse tipo de golpe, já em posse dos cartões da vítima, os suspeitos realizam diversas transações bancárias, a crédito e débito, em máquinas previamente cadastradas.

“Os clientes e consumidores precisam ficar bastante atentos. Geralmente, os bancos não encaminham pessoas para buscar objetos nas residências e , diante da pandemia, esse tipo de golpe aumentou bastante, com a política de isolamento social”, orienta Wisllei.

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