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Petista quer prisão preventiva de Bolsonaro após ida à embaixada

Após revelação de que Bolsonaro se abrigou por 2 dias na embaixada da Hungria, lideranças do PT defendem prisão preventiva do ex-presidente

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida de Jair Bolsonaro indiciamento - Metrópoles - Foto: Marcelo Chello/Especial Metrópoles

Lideranças do PT passaram a defender a prisão preventiva de Jair Bolsonaro após a revelação de que o ex-presidente se abrigou por dois dias na embaixada da Hungria em Brasília, em meados de fevereiro.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu que Bolsonaro seja preso o mais rápido possível pois estaria “preparando a fuga”.

“O Bolsonaro agora em fevereiro se escondeu dois dias na embaixada da Hungria, do governo de extrema-direita do (do primeiro-ministro Viktor) Órban. Ele está querendo fugir. Ele tem que ser preso preventivamente. Está atrás de asilo”, disse Lindbergh.

O deputado petista também anunciou ter acionado Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo que o Ministério Público Federal peça a prisão preventiva de Bolsonaro.

“A estadia na Embaixada sugere que o ex-presidente estava tentando alavancar a sua amizade com um colega líder de extrema direita, o primeiro ministro Viktor Orban, numa tentativa de escapar ao sistema de justiça brasileiro, enquanto enfrenta investigações criminais no Brasil”, diz o parlamentar na representação protocolada na PGR.

A visita de Bolsonaro foi revelada pelo jornal The New York Times, que teve acesso a vídeos do sistema de segurança da representação diplomática no Brasil, e confirmada à coluna pelo próprio ex-presidente.

Segundo a reportagem do jornal americano, as imagens captadas mostram que Bolsonaro chegou à embaixada no dia 12 de fevereiro, quatro dias após ele ter o passaporte apreendido pela Polícia Federal.

O documento do ex-presidente foi apreendido no âmbito de uma investigação que apura suposta trama golpista liderada por Bolsonaro para permanecer no poder após a derrota para Lula nas eleições de 2022.

“Não vou negar que estive na embaixada sim. Não vou falar onde mais estive. Mantenho um círculo de amizade com alguns chefes de estado pelo mundo. Estão preocupados. Eu converso com eles assuntos do interesse do nosso país. E ponto final. O resto é especulação”, afirmou à Bolsonaro à coluna.

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