Eleição 2026

Nome de autor da PEC 6×1 será testado pelo PT em pesquisas em MG

Com desistência de Pacheco, PT articula candidatura própria ao Palácio da Liberdade

atualizado

metropoles.com

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Deputado Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara dos Deputados / Metrópoles
1 de 1 Deputado Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara dos Deputados / Metrópoles - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Autor da PEC que prevê o fim da escala 6×1, o deputado federal Reginaldo Lopes autorizou o PT a incluir seu nome em pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas Gerais. A informação foi apurada pelo Metrópoles após a oficialização da desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSD) de disputar o Palácio da Liberdade, anunciada na sexta-feira (29/5).

No mesmo dia, o PT de Minas Gerais aprovou uma resolução que autoriza a realização de prévias para a definição da candidatura da legenda ao governo mineiro. A medida abriu caminho para a avaliação de novos nomes e levou o partido a decidir testar o desempenho eleitoral do parlamentar.

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Pré-candidata ao Senado Marília Campos
Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos
Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG
Senador Rodrigo Pacheco
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Senador Rodrigo Pacheco

Carlos Moura/Agência Senado
Pré-candidata ao Senado Marília Campos
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Pré-candidata ao Senado Marília Campos

Reprodução/Redes Sociais
Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos
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Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos

Ricardo Stuckert / PR
Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG
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Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG

Reprodução/Redes sociais

A PEC 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (28/5) por 472 votos favoráveis. No dia da votação, o petista afirmou ao Metrópoles que esperava alcançar “450 votos favoráveis” e que a matéria fosse promulgada “até 10 de julho”.

Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Reginaldo também atuou como relator da PEC da Reforma Tributária.

Outro nome cogitado para a disputa era o da prefeita de Contagem (mg), Marília Campos (PT). Conforme mostrou o Metrópoles, ela resistiu à possibilidade de concorrer ao governo estadual e já teria recebido aval do presidente Lula para disputar uma vaga no Senado.

Sondada pela então presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no fim de 2025, Marília recusou a hipótese após avaliar que uma eventual gestão em Minas exigiria “ajuste fiscal”, “contenção de gastos” e “arrocho sobre salários de servidores públicos”, cenário que, segundo ela, não teria respaldo político dentro do partido.

Marília apoia o nome de Alexandre Kalil (PDT) para o governo mineiro, mas o ex-prefeito de Belo Horizonte não reúne consenso dentro do PT.

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