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Ibaneis diz que Sandro Avelar decidirá se mantém comandante da PMDF

Em 1º discurso após retornar ao cargo de governador, Ibaneis disse que houve “apagão geral” das forças de segurança em 8 de janeiro

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1 de 1 Foto-ibaneis-rocha-retornando-ao-governo-apos-65-dias-afastado (5) - Foto: Hugo Barreto/ Metrópoles

Ao discursar pela primeira vez depois de ser autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, a retornar ao cargo, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que confia “integralmente” no secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, e ele quem vai decidir se mantém ou não o comandante do Polícia Militar, Klepter Rosa Gonçalves.

À coluna, após o discurso de Ibaneis na manhã desta quinta-feira (16/2), no Palácio do Buriti, Avelar disse que não há previsão de mudanças na chefia da PMDF.

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Em discurso, Ibaneis declarou que não se comunicou com qualquer integrante do governo durante os 65 dias de afastamento
"Volto com o coração limpo, a cabeça tranquila e a convicção de que temos muito a fazer pelo Distrito Federal", afirmou o emedebista
Ibaneis foi afastado do cargo de governador, por 90 dias, após decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes
"Acho que sou a única pessoa que conseguiu tomar posse três vezes no Palácio do Buriti", acrescentou o emedebista
Ibaneis Rocha (MDB) chega ao Palácio do Buriti
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Ibaneis chega ao Palácio do Buriti, onde fez primeiro discurso após voltar à função de governador

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Em discurso, Ibaneis declarou que não se comunicou com qualquer integrante do governo durante os 65 dias de afastamento

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"Volto com o coração limpo, a cabeça tranquila e a convicção de que temos muito a fazer pelo Distrito Federal", afirmou o emedebista

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Ibaneis foi afastado do cargo de governador, por 90 dias, após decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes

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"Acho que sou a única pessoa que conseguiu tomar posse três vezes no Palácio do Buriti", acrescentou o emedebista

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Ibaneis Rocha (MDB) chega ao Palácio do Buriti

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“Apagão geral”

Ibaneis destacou ainda que é preciso confiar na PM e falou sobre os atos golpistas do dia 8 de janeiro, na Esplanada dos Ministérios, que levaram ao seu afastamento por 65 dias. “O que aconteceu em 8 de janeiro, na minha visão, foi um apagão geral”, ressaltou.

Ele disse que recebeu mensagens do secretário interino de Segurança, Fernando de Souza, no dia dos ataques golpistas, que lhe transmitiu um ambiente de “tranquilidade” na Esplanada. “A PM estava a postos. O Palácio do Planalto que tem um batalhão à disposição, houve relaxamento de todos. A Força Nacional também não atuou. Tivemos um apagão geral”, destacou.

De acordo com Ibaneis, até dia 6 de janeiro, o governo não tinha perspectiva de que aconteceria. “O 8 de janeiro tem que ser lembrado sim, mas não só por culpa do Anderson (Torres — então secretário de Segurança, que estava em viagem de férias aos Estados Unidos). Tivemos falha da PM, do Batalhão do Exército que defendia o Planalto. Isso a investigação vai apurar”, assinalou.

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