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Expert cita 7 alimentos perigosos para evitar comprar em supermercados

A expert Lauren Twigge explicou os riscos de levar para a dispensa de casa alimentos vindos de supermercados com a aparência duvidosa

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Drazen Zigic/Getty Images
Foto colorida de mulher parda, com cabelo preso. Ela está com dois casacos. Ela está próxima de um freezer e segura um produto enquanto segura uma cesta de supermercado - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher parda, com cabelo preso. Ela está com dois casacos. Ela está próxima de um freezer e segura um produto enquanto segura uma cesta de supermercado - Metrópoles - Foto: Drazen Zigic/Getty Images

Ir uma vez por mês ou semanalmente ao supermercado para fazer compras a fim de abastecer a geladeira e os armários da cozinha requer bastante cautela para não errar nas escolhas dos alimentos. Ingredientes, prazo de validade e valor nutricional são alguns dos tópicos que exigem atenção redobrada antes de colocar o item no carrinho.

O portal de saúde e bem-estar Real Simple abordou a nutricionista e especialista em segurança alimentar Lauren Twigge a fim de saber quais são os riscos de levar para a dispensa de casa produtos com a atmosfera duvidosa. As técnicas ensinadas pelos profissionais ajudam a evitar problemas futuros.

A seguir, aprenda a comprar corretamente nos supermercados com as táticas da expert!

1. Pacotes danificados

De acordo com a nutricionista Lauren Twigge, os alimentos embalados são embrulhados de determinada maneira por uma razão. Caso se depare com o invólucro danificado, não adquira o item nem se obter desconto, pois o produto pode estar estragado. A especialista recomenda “não cair em tentação” com a redução no preço.

“As mercearias recebem alimentos transportados de todo o país. Se o saco de salgadinhos estiver furado, o saco do leite vazando ou a lata muito amassada, escolha outro produto da prateleira”, ressaltou Lauren.

Foto colorida de mulher escolhendo pão em prateleira com pães. O alimento está dentro de uma embalagem transparente - Metrópoles
Atenção ao estado da embalagem

2. Buffets questionáveis

“Em estabelecimentos bem conservados, a maioria dos alimentos nos balcões quentes ou opções de alimentos em restaurantes comunitários são seguros para consumo”, alegou a nutricionista. Entretanto, quando não higienizados corretamente, os expositores em que ficam os preparos podem oferecer risco à saúde.

Segundo a profissional de nutrição, comidas que não são mantidas na temperatura adequada costumam ser a principal fonte de doenças transmitidas por alimentos. Ela explica que pratos quentes e frios devem ficar em seções separadas, com a respectiva temperatura, como forma de prevenir contaminações.

Foto colorida de mulher ruiva olhando pães em uma prateleira de um supermercado - Metrópoles
Pratos quentes e frios devem ficar em seções separadas

Em lugares que notam a temperatura duvidosa, não compre e, muito menos, não consuma os alimentos. Quando quiser degustar refeições disponíveis em balcões quentes, busque chegar o mais cedo possível, conforme orientou Lauren. A intenção é consumir a comida fresca, sem deixá-la parada por algum tempo nos recipientes.

3. Laticínios não pasteurizados

Quando for comprar laticínios, opte sempre pelos pasteurizados, indica Lauren Twigge. “O leite cru pode abrigar bactérias nocivas que tendem a causar doenças graves transmitidas por alimentos e torná-lo inseguro para consumo”, salientou. A profissional destaca que método melhora a qualidade e o sabor do produto.

A nutricionista ponderou que a pasteurização é um processo simples de tratamento térmico que visa deixar o leite seguro para ingestão. O método elimina os germes nocivos do alimento para a saúde e, por esse motivo, reduz o risco de doenças, a exemplo de salmonella e listeria. O procedimento não reduz os nutrientes do produto.

Foto colorida de prateleira com embalagens de embalagens de leite. Mulher escolhe leite da prateleira - Metrópoles
Escolha laticínios pasteurizados

4. Alimentos sem cor

Nas situações em produtos estiverem com a aparência prejudicada, não compre. “Verifique se há sinais físicos de problemas de segurança alimentar, como mofo em frutas ou pão, carne acinzentada ou outras cores, e cheiros estranhos provenientes dos alimentos”, instruiu.

Lauren alerta sobre colaboradores de supermercados que manuseiam pães e carnes frescas devem usar luvas descartáveis com o propósito de evitar contaminação cruzada. “Certifique-se de que a embalagem da carne esteja intacta, sem rasgos, bolhas ou vazamentos, porque isso pode indicar danos ao embrulho de proteção”, reiterou.

Foto colorida de mão masculina, com luvas, pegando carne dentro de freezer - Metrópoles
Os colaboradores de supermercados devem manusear os alimentos, a exemplo de carnes e pães, com luvas

5. Latas amassadas

Está escolhendo um produto enlatado? Busque ao máximo uma embalagem perfeita sem amassados. “Você não deve adquirir itens achatados muito grandes ou perfurações nas quais pode colocar o dedo”, frisou.

“Evite principalmente essas latas se o amassado tiver arestas cortantes ou ocorrer na costura do enlatado, pois isso pode comprometer a segurança do alimento”, enfatizou a nutricionista.

6. Itens congelados para freezer

Quando for comprar um litro de sorvete, bandeja de peixe ou caixa de frango empanado e estiver coberto de gelo, Lauren Twigge aconselha a “pular” essa seção de freezer do estabelecimento. “O acúmulo de gelo no interior dos expositores frios indica que a porta não está vedando e a temperatura pode não ser mantida adequadamente”, disse.

Foto colorida de mulher escolhendo produto dentro de freezer de supermercado - Metrópoles
Selecionar alimentos em freezers de supermercados requer atenção

De acordo com a especialista, freezers e refrigeradores lotados também podem ser um sinal de unidades de resfriamento sobrecarregadas, o que inibe a circulação e faz com que os alimentos não esfriem o suficiente. “Verifiquem essas temperaturas”, comentou.

7. Produtos pré-cortados

Bandejas com pedaços de abacaxi, kiwi e melancia pré-cortados na seção hortifruti facilitam a vida de quem tem uma rotina corrida. Atraentes, essas opções são um “terreno fértil” para bactérias perigosas que tendem a transmitir doenças. Segundo a expert, a ameaça pode aumentar se os alimentos não tiverem sido cortados por utensílios limpos a cada fruta.

“Se um item contiver bactérias nocivas, os micro-organismos podem se espalhar facilmente para outros alimentos que também foram tocadas pela mesma faca ou tábua de corte. É muito melhor levar frutas e vegetais para casa, lavá-los e cortá-los quando estiver pronto para comê-los ou cozinhá-los”, avaliou a nutricionista ao Real Simple.

Foto colorida de prateleira com frutas dentro de embalagens transparentes - Metrópoles
A nutricionista propõe levar as frutas e legumes para cortar em casa

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