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A resposta positiva ao convite de Boninho para o Big Brother Brasil pode ser um tiro certeiro para Carla Diaz. Afinal, mesmo confinada, a sister já tem dois filmes programados para as telonas, nos quais interpreta a famigerada Suzane Von Richthofen: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais. Em conversa com a coluna, Maurício Eça, diretor dos dois projetos, disse que o BBB21 pode ajudá-lo a fazer com que os longas cheguem ainda mais longe.
“Nunca pensamos que os filmes e o BBB poderiam se cruzar de alguma forma. O nosso desejo é que os filmes sejam populares e que o público tenha uma experiência cinematográfica inovadora. O trabalho da Carla no projeto é de uma entrega incrível, e isso está impresso nos filmes. Com o BBB21, quem não conhecia a atriz terá oportunidade de ter acesso aos seus trabalhos prévios e futuros. Além disso, a forma que realizamos duas versões sobre o mesmo tema deixará muita gente curiosa”, contou.
Os filmes A Menina que Matou os Pais (versão de Daniel Cravinhos) e O Menino que Matou Meus Pais (versão de Suzane von Richthofen) trazem duas narrativas da mesma história e serão lançados simultaneamente – um case no mercado cinematográfico brasileiro. A previsão de estreia é para o segundo trimestre de 2021. Porém, a distribuidora dos longas afirma que é preciso aguardar os próximos passos do setor e também o comportamento do público para definir qual será o melhor momento para as produções chegarem aos cinemas e serem vistas pelo maior número de pessoas possível.
“Há uma enorme expectativa e, posso dizer, até ansiedade de muitas pessoas em assistir aos filmes, não só por causa do tema, mas também pelo formato de contar as duas versões dos envolvidos no crime. Todo o interesse foi aguçado com a espera, já que a estreia precisou ser adiada por conta da pandemia. Sabemos que eles estão na lista dos mais aguardados pelo público, e estamos muito ansiosos para o lançamento e pela recepção de todos”, ressaltou.
Maurício teceu vários elogios sobre a atuação de Carla como Suzane Von Richthofen. Ele deixou claro que ninguém do elenco precisou conhecer a presidiária ou Daniel Cravinhos para a produção do filme. “A Carla nos conquistou desde o seu primeiro teste. Nos impressionou a vontade da atriz e a sua entrega para dar vida a essa personagem, que é um enorme desafio. Sem dúvida alguma ela desempenhou com muito talento. A Carla arrasou e irá surpreender todo mundo com as inúmeras nuances de atuação. A atriz já tem um histórico de papéis marcantes, mas esse merecerá destaque em sua carreira”, garantiu Eça. “Ninguém da produção ou do elenco teve qualquer tipo de contato com Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos. O que está nos filmes são as versões deles sobre o crime, apresentadas no tribunal”, completou o diretor.
Carla começou a fazer comerciais de TV aos 2 anos de idade. O primeiro grande destaque na televisão foi em Chiquititas, novela infantil de sucesso nos anos 90, que participou quando tinha apenas sete anos. Depois, a atriz atuou em tramas como Laços de família, O Clone, A Casa das Sete Mulheres e Sete Pecados. Afastada da emissora carioca, Diaz protagonizou a minissérie Rebeldes na Record TV, Os Mutantes e A Terra Prometida, até que foi convidada para retornar à Plim Plim em A Força do Querer, como Carine da Silva. Esta, aliás, está sendo reprisada no horário das 21h. Hoje ela faz parte do grupo Camarote do BBB.
Crime
Em 2006, Suzane, seu namorado à época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos, foram condenados pela morte dos pais dela, o engenheiro Manfred Albert von Richthofen e a psiquiatra Marísia von Richthofen. O crime ocorreu em 2002, enquanto o casal dormia, em São Paulo.