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Caso reverendo falte, CPI da Covid-19 convocará coronel Marcelo Blanco

Religioso apresentou um atestado médico de 15 dias à comissão, alegando crise renal para não depor nesta quarta (14/7)

atualizado

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Reprodução/TV Câmara
Marcelo Blanco
1 de 1 Marcelo Blanco - Foto: Reprodução/TV Câmara

O vice-presidente da CPI da Covid-19, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse, nesta terça-feira (13/7), que o colegiado tem um “Plano B” para caso o reverendo Amilton Gomes de Paula falte ao depoimento previsto para esta quarta (14/7). O religioso apresentou atestado médico de 15 dias, alegando crise renal para não depor.

Segundo Randolfe, uma possibilidade ventilada pela comando da comissão é antecipar o depoimento do coronel Marcelo Blanco para a data. Na quinta (15/7), os senadores ouviriam Cristiano Alberto Hossri Carvalho, da Davati Medical Supply. Ambos são citados como envolvidos na denúncia de cobrança de propina por servidores do Ministério da Saúde em cima de vacinas que viriam a ser compradas pelo governo federal junto à empresa.

Vale ressaltar que Blanco também entrou, nessa segunda-feira (12/7), com habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo para ter o direito de não responder as perguntas dos parlamentares. 

O vice-presidente da CPI lamentou a possibilidade de Emanuela Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos, permanecer em silêncio durante sua oitiva. Ele depõe à comissão nesta terça, respaldada por habeas corpus que lhe concede o direito de não responder aos questionamentos.

“Não é possível que ninguém dessa empresa vá falar. Respeitamos o direito ao silêncio, se tem alguém que sempre defendeu o STF somos nós, mas não é possível que todos dessa empresa não queiram contribuir com nada. Há uma busca pela impunidade, de esconder o que houve”, disse Randolfe, lembrando que o sócio da Precisa, Francisco Maximiano, também conseguiu o direito de permanecer em silêncio por todo depoimento.

Randolfe afirmou ainda que a CPI “subestimou o potencial da Davati”. “Era uma empresa que tinha trânsito livre no Ministério da Saúde. Nos causa espécie, nos chama atenção que o governo não quis conversar com a Pfizer, ignorou a Coronavac, mas se reuniu com o cabo Dominguetti”, completou.

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