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Pacheco e Lira ainda não decidiram se irão a ato de Lula pelo 8/1

Planalto organiza ato simbólico em Brasília para relembrar a destruição causada pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023

atualizado

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Ricardo Stuckert/PR
Imagem colorida de Rodrigo Pacheco, Lula e Arthur Lira, em mesa no Palácio do Planalto - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Rodrigo Pacheco, Lula e Arthur Lira, em mesa no Palácio do Planalto - Metrópoles - Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), não decidiram, ainda, se irão comparecer ao ato simbólico organizado pelo Palácio do Planalto para relembrar a destruição causada por manifestantes em 8 de janeiro de 2023.

A cerimônia marcada para quarta-feira (8/1), em Brasília, deverá contar com a presença de autoridades, como representantes dos Três Poderes e governadores. O ato acontecerá no mesmo dia em que a manifestação antidemocrática completa dois anos.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará da entrega de obras de arte que foram depredadas durante o protesto golpista.

Entre as obras que serão entregues, está o relógio trazido ao Brasil por dom João VI, feito pelo francês Balthazar Martinot. Além do quadro “As mulatas”, de Di Cavalcanti, peça de destaque do Salão Nobre do Palácio do Planalto, com valor estimado em R$ 8 milhões.

Lira e Pacheco não estão em Brasília e ainda estão decidindo se irão participar da cerimônia organizada pelo Palácio do Planalto.

Durante a cerimônia que marcou um ano das manifestações antidemocráticas, no ano passado, o presidente do Senado marcou presença ao lado de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), governadores e parlamentares.

Arthur Lira, por outro lado, informou que não compareceu em decorrência de um problema de saúde de um familiar.

No evento do ano passado, Lula destacou a importância de punição contra os envolvidos nas manifestações golpistas, que culminaram com a depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do STF e do Congresso Nacional.

“Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo. O perdão soaria como impunidade. E a impunidade, como salvo conduto para novos atos terroristas”, disse Lula, na época.

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Bolsonaristas invadem Congresso, Planalto e STF em manifestação antidemocrática
Bolsonaristas invadem Congresso, Planalto e STF em manifestação antidemocrática
Bolsonaristas invadem Congresso, Planalto e STF em manifestação antidemocrática
Ato golpista de 8 de janeiro deixou rastro de destruição
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Bolsonaristas invadem Congresso, Planalto e STF em manifestação antidemocrática

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Ato golpista de 8 de janeiro deixou rastro de destruição

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O STF já condenou mais de 200 pessoas por envolvimento nos atos. Os criminosos respondem por associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Segundo o relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Atos de 8 de janeiro, os danos causados pelos golpistas no Senado Federal custaram R$ 3,5 milhões aos cofres públicos e, na Câmara dos Deputados, outros R$ 3,5 milhões.

Lira em Alagoas

Durante essa semana, o presidente da Câmara se emocionou durante a cerimônia de posse do pai, Benedito de Lira (PP-AL), reeleito prefeito de Barra de São Miguel, município de Alagoas. Benedito passou por uma “pequena cirurgia” na terça-feira (31/12), e não compareceu à solenidade.

“Todos batalharam para que tivesse a continuidade do trabalho que é desempenhado pelo ex-senador e atual prefeito da Barra de São Miguel, Benedito de Lira. Que deveria estar sentado nessa cadeira e que, não por força da sua vontade, mas por motivos absolutamente que independem da sua vontade pessoal, fez uma pequena cirurgia ontem à noite”, afirmou o presidente da Câmara.

Benedito de Lira foi reeleito ao conquistar 68,12% dos votos válidos, contra Floriano Melo (MDB), que obteve 31,88%.

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