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Defensora de filho de Flordelis diz ser “fanzoca” da delegada do caso

Responsável pela defesa de Flávio dos Santos Rodrigues, Renata Tavares da Costa declarou admiração à delegada, que prestava depoimento

atualizado

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Flordelis
1 de 1 Flordelis - Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Rio de Janeiro – A defensora pública Renata Tavares da Costa quebrou o protocolo durante o julgamento de Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas Cezar dos Santos Souza, no 3º Tribunal do Júri de Niterói, nesta quarta-feira (23/11). Filhos de Flordelis dos Santos Souza, eles são acusados da morte do pastor Anderson do Carmo, em 2019.

Defensora de Flávio, Renata foi taxativa no depoimento da delegada Barbara Lomba, que foi responsável pela investigação do caso a frente da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. “Sou fanzoca do seu trabalho. Acho o máximo essas mulheres superpoderosas”, declarou Renata. E emendou: “Vim lá do Rio para te fazer essas perguntas”.

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O momento da prisão de Flordelis
Flordelis foi cassada na Câmara dos Deputados em 11/8
Ela é acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo
Imagem da ex-deputada ao ser fichada na prisão
Deputada Flordelis no Conselho de Ética da Câmara
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Filhos de Flordelis no banco dos réus

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O momento da prisão de Flordelis

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Flordelis foi cassada na Câmara dos Deputados em 11/8

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Ela é acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo

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Imagem da ex-deputada ao ser fichada na prisão

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Deputada Flordelis no Conselho de Ética da Câmara

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Pastor Anderson (à esq) e Flordelis

Divulgação

Flávio, filho biológico de Flordelis, é acusado de ter efetuado os disparos contra o pastor, enquanto Lucas teria comprado por R$ 8 mil, a pistola usada no crime. Durante o depoimento de pouco mais de uma hora, a delegada Barbara Lomba enfatizou que Lucas e Flávio eram peças manobradas dentro da família.

Em seguida, foi ouvido outro delegado, Allan Duarte. Ele relatou que havia diferença de tratamento na família entre os filhos biológicos de Flordelis e os adotados. “O que temos é uma organização criminosa familiar. Para Flordelis, o divórcio seria maior do que matar. Havia ganância na família porque o pastor era quem administrava tudo. Flordelis chegou a chamá-lo de traste”, disse.

O julgamento de Lucas e Flávio começou com mais de uma hora de atraso. Neste momento, estão sendo ouvidas as testemunhas de acusação. Em seguida, prestarão depoimento as de defesas. Para só então, os réus serem ouvidos. Os debates entre defesa e acusação para convencer os jurados estão previstos para durar nove horas.

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