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Após acomodar Centrão, Lula defende quantidade de ministérios

Lula tem recebido críticas, mas alega que o número de ministérios é necessário para representar diferentes segmentos da sociedade

atualizado

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Imagem colorida de Lula no programa Conversa com o presidente
1 de 1 Imagem colorida de Lula no programa Conversa com o presidente - Foto: Reprodução

Após entregar o comando de mais um cargo do governo ao Centrão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta terça-feira (31/10), a configuração ministerial deste terceiro governo. Com a criação da pasta das Micro e Pequenas Empresas, o petista ampliou para 38 o número de ministérios na Esplanada.

Segundo o chefe do Executivo federal, “a quantidade de ministérios se faz necessária porque é importante que os segmentos da sociedade estejam representados no governo”. Lula citou então as pastas dos Direitos Humanos, da Igualdade Racial e da Mulher.

“O que eu quero é dar visibilidade ao estrato social que compõe a sociedade brasileira. Daí o ministério da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos, da Mulher. A questão da mulher, a questão de gênero é muito grave no Brasil”, frisou o petista durante o programa Conversa com o Presidente, nesta terça-feira (31/10).

Com a dispensa de Rita Serrano da chefia da Caixa Econômica, na última semana, o governo Lula demitiu, até agora, três mulheres em cargos públicos de liderança de primeiro escalão para acomodar os homens indicados pelo Centrão. Rita será substituída por Carlos Antônio Vieira Fernandes, apadrinhado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Além de Rita, deixaram os cargos para dar lugar a homens indicados pelo Centrão as ministras Daniela Carneiro (Turismo) e Ana Moser (Esportes), substituídas por Celso Sabino (União-PE) e André Fufuca (PP-AM), respectivamente.

O novo governo Lula começou com 11 ministras e 26 ministros, além de duas mulheres, Rita Serrano e Tarciana Medeiros, na administração da Caixa e do Banco do Brasil, respectivamente. O número de mulheres em primeiro escalão foi o maior da história, ultrapassando as 10 mulheres que chefiaram pastas simultaneamente na gestão de Dilma Rousseff (PT).

A igualdade nos altos cargos era promessa de campanha de Lula e foi exaltada no discurso quando ganhou as eleições no ano passado.

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