NegóciosNa Europa, bolsas reagem e sobem com PIB e alta da produção industrialO bom desempenho dos mercados europeus também refletiu o alívio dos preços internacionais do petróleo, que perderam força nesta quarta-feira
NegóciosBolsas de Europa e NY recuam com impasse na guerra e inflação nos EUANo Reino Unido, além da questão geopolítica, pesou sobre o mercado a crise política do governo do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer
NegóciosBolsas da Europa fecham sem direção única com impasse entre EUA e IrãEnquanto a Bolsa de Londres tive ganhos e Frankfurt ficou praticamente estável, índices de Paris e Madri fecharam o pregão em queda
NegóciosEuropa: bolsas fecham em queda com "chumbo trocado" entre Trump e IrãPrincipais índices das bolsas de valores da Europa encerraram a semana no vermelho, com dúvidas sobre o cessar-fogo entre EUA e Irã
NegóciosEuropa: apesar de baixa do petróleo e com guerra em foco, bolsas caemAlém do cenário geopolítico, os mercados europeus repercutem os resultados de balanços corporativos e indicadores econômicos da zona do euro
NegóciosBolsas da Europa disparam com onda de otimismo por acordo de EUA e IrãInvestidores repercutem informação de que EUA e Irã avançaram em negociação por plano de paz no Oriente Médio. Tombo do petróleo também pesa
NegóciosQueda do petróleo faz bolsas da Europa subirem. Londres é exceçãoCom recuo na cotação do petróleo, principais índices das bolsas da Europa fecharam no azul. Frankfurt, Paris e Madri subiram, e Londres caiu
NegóciosBolsas da Europa tombam com disparada do petróleo e escalada da guerraBolsas de Frankfurt, Paris e Madri começaram a semana no vermelho, com alta do petróleo e impasse entre EUA e Irã. Londres não teve pregão
NegóciosBolsas: Europa e EUA sobem com alívio do petróleo e decisão sobre juroAlívio no preço do petróleo influenciou positivamente bolsas da Europa. Nos EUA, apesar de queda das big techs, indicadores operavam no azul
NegóciosBolsas: Europa e EUA recuam com disparada do petróleo e de olho no FedMercado dividiu suas atenções entre a guerra no Oriente Médio e a decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) sobre os juros