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Mundo

Haiti: governo diz que primeira-dama sobreviveu e pode ser levada a Miami

Inicialmente, o primeiro-ministro interino do país informou que Martine Moïse havia morrido. Mas novo comunicado diz que ela está viva

Otávio Augusto07/07/2021 15:13
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Reprodução/ Facebook
Primeira-dama do Haiti, Martine Moïse

Autoridades haitianas confirmaram no início da tarde desta quarta-feira (7/7) que a primeira-dama do país, Martine Marie Etienne Joseph Moïse, de 47 anos, está viva.

Ela foi vítima de um atentado, o mesmo que matou o presidente haitiano, Jovenel Moïse, de 53 anos.

Inicialmente, médicos e o primeiro-ministro interino do país, Claude Joseph, disseram à imprensa local que Martine tinha sido socorrida, mas não sobreviveu aos ferimentos. A informação foi corrigida logo depois.

O assassinato de  Jovenel Moïse ocorre sob forte crise política no país mais pobre das Américas. Um bando invadiu a casa do casal, na capital Porto Príncipe, às 2h da madrugada desta quarta-feira (horário de Brasília).

Em nota, o diretor de comunicação da Embaixada da República Dominicana no Haiti, José Luis Soto, declara que Martine ainda está viva e pode ser levada aos Estados Unidos ou à República Dominicana para tratamento médico.

O embaixador do Haiti em Santo Domingo, Smith Augustin Place, disse que a primeira-dama haitiana não morreu. Segundo Smith, a primeira-dama apresenta “sinais vitais estáveis”.

O embaixador do Haiti nos Estados Unidos, Bocchit Edmond, reiteirou a versão. “Ela está estável, mas em condições críticas”, destacou o embaixador  a repórteres em um evento virtual. “Esforços estão sendo feitos agora para levá-la a Miami para ser tratada”, emendou. (Com informações de agência internacionais)